O-i-e.

lockie Olá. Meu nome é Paul and this shit’s between y’all Mariana, mas pode me chamar de Mey, Mare, Mari, Mariella, tanto faz. Eu não sei se posso falar meu nome aqui, mas não ligo. Prontofalay.
Sou essa pessoa bonita da foto. Juro, com esse sorriso brancão e tudo mais. Ok, mentira, óbvio. Você pode ver minha foto clicando em “The Angry Mob” ali em cima, algo que, sei lá, não vai fazer diferença na sua vida também.

Vocês provavelmente se perguntam quais serão os assuntos maravilhosos sobre os quais vou falar, e olha… não sei. Eu provavelmente vou falar bastante (e eu quero dizer bastante MESMO) sobre programas de TV, seriados na maior parte do tempo (como Lost, House MD, coisas do tipo). Se você não gosta desse tipo de assunto, então, bem, sinto muito, mas não seria justo falar sobre algo que não conheço. Como… culinária. Não entendo muito sobre culinária, então por que falaria disso com vocês? Vocês acabariam queimando suas cozinhas se seguissem meus conselhos (eu nunca fiz isso de verdade, juro).

Enfim, vou acabar falando de filmes também, mas acho que é mais seguro falar sobre seriados - afinal, gosto deles um pouco mais. Tenho certeza que toda essa informação vai mudar sua vida e que você será uma pessoa completamente nova após ler esse post, mas o quê posso fazer? É meu dom (não).

Pensei muito sobre esse post. Ok, não muito, só um pouco, mas ainda assim… Pensei sobre qual seriado falaria e agora não consigo pensar em nada, então vamos fingir que é só um post de aquecimento [?]. Embora eu realmente queira falar sobre Lost. Sim, sim, eu sei, é um dos seriados mais doidos já feitos muito, ahn, confuso. Mas se você nunca assistiu, devia dar uma chance. No entanto, não vou falar muito sobre Lost hoje, senão vocês vão achar que sou maníaca (algo que não sou, prometo), mas tudo que vai, volta, e esse assunto vai voltar pra dar um bitchslap na cara de todos vocês. Ok, talvez sem o bitchslap, mas enfim. Só quando eu souber o que realmente quero falar e quais são todos os motivos pra assistir Lost (na verdade só existe um motivo: Sawyer. Prontofalay. Brincadeira. Talvez).

Como é meu primeiríssimo post, gostaria de dizer que admiro muito Hugh Laurie. Essa frase não tem sentido, eu sei, mas quem se importa? Ele é o cara. Pelo menos um dos caras. Um dos melhores atores que eu já vi e se você assiste House MD (se você já assistiu pelo menos uma vez na sua vida), vai entender o que quero dizer. O último episódio (Under My Skin) foi incrível. A não ser que você o odeie, então… bom, não vai concordar comigo. Mas tudo bem, tudo bom, aceito todo tipo de opiniões e tal, é um mundo cheio de pessoas diferentes, mentes diferentes e gogo EUA por todos os Estados que estão legalizando o casamento entre duas pessoas do mesmo sexo, por sinal. Acho fantástico. -q

Me impressiona como eu consigo manter o mesmo assunto, aposto que vocês também estão chocados com minha grande capacidade.
É quando você percebe que tem que dizer adeus. Não gosto de dizer adeus, não mesmo, mas você tem que saber quando precisa se desapegar de algo.
Ou algo do tipo.

Acabei de decidir que vou escrever, no final de cada post, algo que tenha a ver com como estou me sentindo, ou com algo que tenha acontecido ou qualquer porcaria do tipo. Como se fizesse diferença pra vocês, mas enfim.

(Falei, falei, falei e não falei porcaria nenhuma, né? Que lindo.)

Tchauí. [?]

Keep my eyes from the fire, they can’t handle the flame.
(Sweet Talk/The Killers)

Magnifco post, a ressurreição.

Após uma quadrilogia de posts aparentemente fracassados, três vindo do incrível hod e um de mim, resolvi postar para que não fossemos acusados de abandono de propriedade ou de que as aranhas fossem cobrir o recinto com teias, como estavam propensas a fazer.

Antes de começar toda putice de todo jorramento (?) de informação que seguirão nos próximos posts, nada melhor do que me apresentar para que tenham alguém para atirar pedras, certo? Então prazer, sou hakkyou. Mas prefiro que me chamem de kii. É mais simples e fácil de se pronunciar. Idade e outras informações são desnecessárias.

Repetindo o que já foi dito no post anterior já em decomposição sabe-se lá onde:
Se eu tenho algum assunto interessante em pauta? Vários, mas a maioria não conseguiria expressar com a felicidade de que iriam absorver meus conhecimentos científicos superi… Heeey! abaixa essa faca, é brincadeira! D:

… Provavelmente meus posts terão como conteúdo críticas de tudo que causar à mim repugnância, indignação, entre outras coisas que tenha força suficiente para eu vir até aqui, por enquando para dizer ao vácuo, sobre. Além de alguns estapeamentos de consciência.
Coisas simples. Inutilidades, dependendo do ponto de vista, talvez, mas lembre-se do que a cultura popular diz, merda dá um ótimo adubo para um plantio saudável e gratificante, hehe.

Se vou começar falando de algo hoje? Não, só no próximo post, porque antes de produzir este texto mal feito, tinha criado um com várias informações interessantes. Entretanto, o Firefox cuzão travou e perdi tudo que estava fazendo. E pra ajudar, não o salvei no bloco de notas como sempre faço e estou sem saco de reproduzir um texto bíblico.

Então, para finalizar, farei uma adição rápida de um fato também deletado:
Algumas semanas atrás, quando estava almoçando/jantando com uns amigos na Paulista, começou a tocar ‘You’re beautiful’, do James Blunt. Como mágica veio a imagem e a voz do Nick cantando a mesma naquele vídeo que se encontra no YouTube dos Chiefs. Bem, só tenho uma coisa à dizer. Obrigada por me fazer ter mais repugnância por esta música, Mr. Hodgson.

Boa noite.